
(...)o raio verde que fura peitos,os teus dentes que abrem maçãs das que cai sangue,as tuas pernas que se aderem ao sol dando gemidos,e as tuas tetas de nácar e os teus pés de amapola,como funis cheios de dentes que procuram sombra,como rosas feitas de chicote e perfume,e ainda,ainda mais, ainda detrás das pálpebras,ainda detrás do céu,ainda detrás dos trajes e das viagens,(..)crescem as tuas veias que assustam:não há casca,não há distancia nem ferro,tocam mãos as tuas mãos e cais fazendo crepitar as flores negras.Adivinhas os corpos!(..)adivinhas as auroras,assaltadas e sacudidas.(P.N)
Tua insônia são os meus sonhos. Sorris altiva,inflamada pelo desejo..somos almas atadas!
O bater do coração faz uma valsa.Dancemos!
Escreva nossa canção especial,amor;escreva nosso conto e deixem que os futuros amantes suspirem por nós.
Escrito por trisy às 16h57
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“No fundo do peito estamos juntos,no carnaval do peito percorremos um verão de tigres,á espreita de um metro de pele fria,á espreita de um ramo de inacessível cútis com a boca farejando suor e veias verdes nos encontramos na úmida sombra que deixa cair beijos. (P.N.)”
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Nada quero a não ser um coração...alegre.
Ah! Se me entendesses!assim rugiu o coração.
Escrito por trisy às 16h28
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